28 de novembro de 2009

Esperando o vento!

Eu sei... eu sei!

O abandono reina aqui... moscas voam ao redor... ninguém fala nada!

Silêncio absoluto!

Mas o que fazer se a locutora anda muda?

Dispersa e sem palavras escritas para postar?

Como mudar essa situação?

Como reverter o quadro de morte iminente do blog?

O que fazer se faltam assuntos ou ânimo para falar sobre qualquer coisa sem relevância?

Mas... e se é disso que esse blog vive... de assuntos aparentemente irrelevantes... banais!?

De cotidiano!

O que está faltando???

...

Talvez seja isso que falte!

O velho e bom cotidiano!

Mas ele está voltando ao normal...

Esperança que surge para um fim já quase certo!

Ventos com boas notícias sopram... e se aproximam!

Não desistam... ainda!!!

11 de novembro de 2009

Viajar pelo Velho Mundo é...

Dirigir na contramão e não levar multa por isso.
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Se perder na estrada (por culpa do GPS) e encontrar uma
cidadezinha linda, à beira mar, pelo caminho... e acabar achando bom ter se perdido.
Chegar à Fontana de Trevi, um pouco antes do anoitecer e esperar ficar de noite pra ver as luzes da fonte... e se divertir vendo as pessoas tirando fotos, os guardas apitando quando alguém tentava “invadir” a fonte, e as pessoas jogando moedas pra trás, dentro da fonte. E fazer tudo isso também depois que anoitece (calma, menos invadir a fonte).
Ver a maior quantidade de pessoas ruivas no menor espaço de tempo que jamais poderia imaginar em toda a vida.

Conhecer lugares tão diferentes como os Giants Causeway, na Irlanda do Norte e Paris, na França, e saber que foi isso que fez a viagem não ficar tão cansativa.

Ir à Veneza e descobri que, em outubro, a cidade não fede, que os canais não transbordam e os dias são lindos, assim como a cidade.
Conhecer Edinburgh, capital da Escócia, pagando 2 euros de passagem de avião, ida e volta (na verdade, essa foi a única razão de ter ido lá) e depois concluir que foi o melhor lugar de todos. A cidade mais linda de todas. Os dias entre os mais divertidos de toda a viagem (gola-cinto-sapato, para sempre na memória).

Andar de avião, de carro, de ônibus, de tá
xi, de barco, a pé, de metrô, trem urbano, trem rápido, trem intermunicipal, trem internacional.

Ir ao Vaticano, ver que o Papa tá lá, na Praça de São Pedro, rezando uma missa, na hora que chegamos lá, e ainda ouvirmos um coral de brasileiros cantando “Aquarela do Brasil” para o Papa.
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Gostar mais do Muse
u d´Orsay que do Louvre, do Centro Pompidou por fora que por dentro, dos quadros de Van Gogh que da Monalisa, mas saber que a melhor obra de arte vista não está em Paris e sim em Firenze (o Davi de Michelangelo).
Ter que em menos de um mês condicionar seu cérebro a dizer “thank yo
u”, “merci”, “thank you”, “grazie”, “merci”, alternadamente, e no final ta tão confusa que, quando a atendente da sorveteria em Roma cansou de tentar explicar em italiano e falou em português (ela era brasileira e não sabíamos), simplesmente não conseguimos entender o que ela disse (foi preciso uma de nós ter um clique e falar: gente, ela ta falando em português!!!). Ahhhhh...

Andar, andar, andar, andar, andar, subir escadas, descer escadas, subir escadas, descer escadas, andar, andar, andar... e dormir muito pouco. Mas muito pouco mesmo!
Encontrar brasileiros em toda parte... sem exceção! Em todos os lugares... e muitos!

Passar mais de 1 hora numa fila, num vento congelante (tipo uns 2°C mais ou menos), pra subir na torre Eiffel e esperar o sol se pôr só pra ver a cidade anoitecer e achar que valeu a pena.

Ver a Torre de Pisa e achar que ela realmente é mais inclinada do que pensava, porque já tinha ouvido tanta gente falar que não era tão inclinada assim, que acabou achando ela mais inclinada do que achava que seria antes de ouvir tantos comentários contrários!

Ouvir rock como trilha sonora de toda a viagem pela Irlanda, pois essa é a música que toca lá. E amar isso!

Tomar muito gelatos na Itália, mesmo estando se recuperando de uma laringite, que quase levou a sua voz, só pra não perder a oportunidade de provar os muitos diferentes sabores.
Passar o aniversário em Paris, com direito a velinha que o dono do restaurante arranjou de repente, e ainda ter direito a festa surpresa no trabalho, na volta, mesmo já tendo passado 22 dias do seu aniversário. \o/

Virar expert em fazer malas e mochilas, e conseguir guardar e compactar tudo dentro do padrão das companhias aéreas (isto inclui o kit líquidos) e, ainda assim, viajar, na ida, com 4 malas e 3 bolsas de mão e viajar, de volta, com 6 malas, 3 mochilões e 3 bolsas de mão... e rir de tanta bagagem na volta... já que tivemos que pegar um trem, um ônibus e três aviões seguidos, e levar 36 horas pra voltar pra casa.

E chegar em casa de volta... lisa mas recompensada, exausta mas mentalmente descansada e voltar ao trabalho e à rotina, feliz da vida, pois viajar não tem preço!!!

P.S- Para todas as outras coisas... mastercard!

9 de novembro de 2009

Breve...

Não blog querido...
Não te abandonei...
Volto em breve a escrever...
Prometo!!!

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